Todo o que é merda que se faz neste mundo, é útil a alguém, e acaba por ter benefícios inocentes para terceiros, que se essa merda não houvesse, como eu pretendia, não beneficiariam, e os seus respectivos filhos passariam pior... Afinal não passo de um grande sacana.
Se não fosse o que discordo, como teimaria no que concordo??
© Mário Rodrigues - 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Afinal não passo de um grande sacana...
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2 comentários:
480 anos antes do Cristo (o que se traduz no ano 2450 antes de mim) sofistas negavam a existência de verdades absolutas. Por isso tenho que te afirmar que sacana não serás. Ou teria que negar correntes filosóficas muito antigas. "Eles ensinavam que todo e qualquer argumento poderia ser contraposto por outro argumento, e que a efetividade de um dado argumento residiria na VEROSSIMILHANÇA (...)" -gosto desta palavra...- "(...) perante uma dada platéia."(vide Wikipédia - que serve para o caso).
Mas o que me lixa verdadeiramente neste teu texto não é tanto a injustiça com que te julgas.
Fico para aqui a pensar numa forma de conviver com o facto de ter de concordar com o que discordo...
Ná... Isto é uma falácia. Não tenho que concordar com o que discordo! Tenho apenas que aceitar a necessidade de que existam coisas com que discordo. (Os sofistas que se lixem!)
Talvez a missão não seja acabar com o mal, mas reduzi-lo potencialmente à dimensão do racionalizável, do hipotético, da teoria. Isto por si prova que o pensamento humano é uma realidade onde podemos encarcerar coisas, e não uma mera teorização "INÚTIL"... :)
(Já provar que existe um deus...)
Olá Mário.
Uma distinção no canto onde me foste conhecer.
Lá podes ler o porquê!
Um abraço.
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