terça-feira, 30 de junho de 2009
Não, não é nenhuma novidade...
Não, não é nenhuma novidade, infelizmente. Há já muito tempo que clamo e grito até a minha voz se sumir. A promiscuidade entre o poder político, o poder judicial e a banca é vergonhosa, escabrosa, corrupta, injustíssima e atenta aos mais básicos dos direitos humanos do povo. O “putedo” em redor das trocas de poleiros, proporciona a possibilidade do, “hoje eu abro-te esta porta, que está fechada para todos mas como eu tenho as chaves… se amanhã tu me garantires…” È gritante o modo como a banca deste país, verdadeiros agiotas, seres repugnantes, “medrosos” que sem escrúpulos nenhuns, afrontam quem roubam, com lucros vergonhosos, tendo em conta de não passam de carcaças que tiraram das bocas dos nossos filhos, das casas que pagamos 3 vezes, do nosso nome e honestidade que será sempre muito maior que a deles, e que eles protegidos pelos amigos governantes e com a conivência dos compadres judiciais, enxovalham nas lamas publicas de listas que são acima de tudo o retrato da sua própria incompetência e ávida ganância. Se assim não fosse, em vez de se aproveitarem das fragilidades, sem quaisquer escrúpulos, ajudariam a tomar decisões mais acertadas e responsavelmente, dizerem “não”, sempre que fosse sinónimo de responsabilidade. Mas tudo isto se passa sem problemas, porque quem hoje rouba na administração de um banco, amanhã é ministro de qualquer coisa e depois administrador de uma qualquer EP, para colher umas reformas milionárias, roubadas aos contribuintes, com a garantia que logo depois serão acumuladas com a administração de outro banco ou coisa do género. O país não tem a culpa de rigorosamente nada e recuse-me a emigrar. Mas sinto-me permanentemente roubado, espancado, violado… Por um “chico-espertismo” de alta-roda, que somos obrigados, escravizados, a alimentar. Continuarei a gritar, apesar de poder ser chamado de masoquista…
Visualizações deste artigo:
Labels:
Constatações,
Direito à indignação
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Mensagens populares
-
Ok!... Finalmente encontrei um parceiro à altura para o meu confessor! O meu amigo Oscar ( Astronotus ocellatus ) , conhecido por “o peixe”,...
-
Antes de mais, tenho a dizer que, tal como no meu caso, não são raras as vezes em que um ansiolítico faz parte da ceia de domingo. Adoro tr...
-
Estava eu com o pupilo de pé à beira do mar a olhar as ondas, lado a lado, numa amena cavaqueira quando... ... "...pai, isto este an...
-
Mas... O que eu gosto mesmo é de Dodó !... Principalmente se poder contar com a companhia do Anthony Hopkins e assentados debaixo de uma al...
-
Isso?... Isso não é nada!... Aliás, tu nem sabes o que é! Jamais serás iluminado pela luz plena, inebriante e penetrante que enche inteirame...
-
...E então dizia um cronista da época acerca dos romanos a quando das lutas com os povos do norte... "...Os romanos, não gostavam dos ...
-
Passei pelo jardim zoológico e perguntei baixinho, por vergonha, a um babuíno se estava preocupado com a vinda do FMI a Portugal. O indivídu...
2 comentários:
Olá Mário
Ando há dias para visitá-lo neste seu canto tecnológico mas onde se sente vida...
Estou cansada do "chico-espertismo", sim, mas não só o da alta-roda... o de todas as rodas...
Abraço
Siwa
Olá Siwa
É com prazer que te recebo neste recanto que teu também. Tens toda a razão, quando falas das “rodas” altas ou baixas. O problema está na educação das pessoas, apesar de odiar este termos, digo que, “é uma questão de berço”; e estou a falar do berço da dignidade que é coisa que está em vias de extinção. Mas estes tentáculos vão ainda mais longe…
Um abraço.
Enviar um comentário