Todos os dias podemos recomeçar. Poderemos não conseguir mudar os outros, mas com toda a certeza, poderemos ser diferentes e uma melhor versão de nós mesmos.
Se isto é verdade, então, nós temos um novo tipo de terrorismo, e, desta vez, promovido pela nação que se quer impôr ao mundo como um exemplo a seguir! Bem prega o frei Tomás...
E o nosso país a entrar por essa treta à americana?
Já quando foi do H5N1 a coisa me pareceu disparatada. Desta vez terei sido dos primeiros descrentes. Coisas... Não gosto de médicos... E gripe é gripe. (Aliás continuo a não perceber bem a aplicação de antibióticos para combate a viroses; mas isto sou eu que sou ignorante, e que penso que a estrutura molecular do vírus não reage a bactericidas).
Só gostava que me dessem os nomes pomposos ou cibernéticos das gripes todas que grassaram pelo mundo desde que cá ando. Tenho a certeza que me escangalhava pelas calças abaixo só de os ouvir... Mas lá está a ignorância, eu brinquei com porcarias de amianto e contaminei-me com o mercúrio dos termómetros que se partiam e que punha a correr na palma das mãos (agora sei mais, dantes não sabíamos, mas também ninguém nos punha porcarias nas mãos com conhecimento de causa). Estou certo que quando o Pedro gritar que vem o lobo, serei o primeiro a ser comido. Mas até lá ando com muito poucos sobressaltos, pelo menos até ouvir dizer que o vírus da Sida ou do Ébola se passaram a transmitir como estes das gripes. (E esta coisa do Ébola também me levanta outras suspeitas, conforme suspeitarei de qualquer doença muito grave que surja do nada e da qual só existam registos recentes; mas lá está quando o "fizerem" logo se vê).
O suricate (Suricata suricatta) é um pequeno mamífero da família Herpestidae, nativo do deserto do Kalahari. Estes animais têm cerca de meio metro de comprimento, em média 1 kg de peso, e pelagem acastanhada. Os suricates alimentam-se de pequenos artrópodes, principalmente escaravelhos e aranhas. Têm garras afiadas nas patas, que lhes permitem escavar a superfície do chão, e dentes afiados para penetrar nas carapaças quitinosas das suas presas. Outra característica distintiva é a sua capacidade de se elevarem nas patas traseiras, utilizando a cauda como terceiro apoio. Estes animais são exclusivamente diurnos e vivem em colónias de até 40 indivíduos. Constroem um complicado sistema de túneis no subsolo, onde permanecem durante a noite. Dentro do grupo, os animais revezam-se nas tarefas de vigia e protecção das crias da comunidade. O sistema social dos suricates é complexo e inclui uma linguagem própria que parece indicar, por exemplo, o tipo de um predador que se aproxima. Estudos mostram que os suricates são capazes de ensinar activamente as suas crias a caçarem, um método semelhante à capacidade humana de ensinar.
Oscar... O confessor...
Manual de Instruções:
Este blog é um espaço onde se cruzam linhas transversais com outras paralelas das minhas vidas… Assim, sinto a necessidade e o dever de prestar algumas satisfações às pessoas que me vão lendo neste recanto.
Os textos aqui publicados são, geralmente, ficções ou não, fruto de reflexões minhas ou alheias. Quando não são da minha autoria, estão devidamente identificados com os respectivos autores, como seria de esperar.
Por hábito, e não só, muitos dos meus textos são escritos sob a tentativa de simular a reflexão de outrem acerca de um determinado assunto. Assim, muitas vezes "afirmo", "defendo" e "declaro" posições que, na realidade, estão muito distantes das minhas opiniões e convicções.
Se isso, por si só, já não bastasse para introduzir um certo grau de ambiguidade, também por hábito, e não só, o sarcasmo e a ironia proliferam em abundância.
Chamo a atenção para as etiquetas, que, em geral, oferecem alguma introdução aos textos.
Se há um objetivo nos meus textos, ele é sempre o de interpelar consciências, estimular a reflexão, a crítica construtiva, a razoabilidade e a capacidade de pensar. Nunca o de ofender, menosprezar, desrespeitar ou discriminar quem quer que seja, de qualquer modo que seja.
Obrigado.
7 comentários:
Sem comentários, Mário!
Obrigado por partilhares isto.
Um abraço.
Concordo contigo. Não consigo comentar...
Viste o “Fiel Jardineiro”... (Acho que já falámos disso.)
É revoltantemente vergonhoso...
A-braços...
Cada vez percebo menos! Maquiavélico, não?
Isso Nirvana, é um mimo que aquela gente não merece!
Beijo
Se isto é verdade, então, nós temos um novo tipo de terrorismo, e, desta vez, promovido pela nação que se quer impôr ao mundo como um exemplo a seguir! Bem prega o frei Tomás...
Pois é Milu. Mas não só é verdade, como há mais...
E o nosso país a entrar por essa treta à americana?
Já quando foi do H5N1 a coisa me pareceu disparatada. Desta vez terei sido dos primeiros descrentes. Coisas... Não gosto de médicos... E gripe é gripe. (Aliás continuo a não perceber bem a aplicação de antibióticos para combate a viroses; mas isto sou eu que sou ignorante, e que penso que a estrutura molecular do vírus não reage a bactericidas).
Só gostava que me dessem os nomes pomposos ou cibernéticos das gripes todas que grassaram pelo mundo desde que cá ando. Tenho a certeza que me escangalhava pelas calças abaixo só de os ouvir... Mas lá está a ignorância, eu brinquei com porcarias de amianto e contaminei-me com o mercúrio dos termómetros que se partiam e que punha a correr na palma das mãos (agora sei mais, dantes não sabíamos, mas também ninguém nos punha porcarias nas mãos com conhecimento de causa). Estou certo que quando o Pedro gritar que vem o lobo, serei o primeiro a ser comido. Mas até lá ando com muito poucos sobressaltos, pelo menos até ouvir dizer que o vírus da Sida ou do Ébola se passaram a transmitir como estes das gripes. (E esta coisa do Ébola também me levanta outras suspeitas, conforme suspeitarei de qualquer doença muito grave que surja do nada e da qual só existam registos recentes; mas lá está quando o "fizerem" logo se vê).
Abraço Mário
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