quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O prazer de me sentir bem-vindo...

Se existem coisas que me deixam cheio de satisfação, é o facto de me sentir bem-vindo!

Hoje, fui a dois clientes, ao hospital (trabalho), ao banco, ao restaurante onde almocei com um amigo, a um café, beber o cafezinho e depois a uma taberna de um amigo "filosofo", e reparo agora, que em todos os locais fui recebido entusiasticamente e com agrado! Possivelmente é acidental... Gostaria de julgar que não!

© Mário Rodrigues - 2010

7 comentários:

Nirvana disse...

Pois, e não acidentalmente, sente-te benvindo aqui também! Não benvindo ao teu blogue, porque é teu, claro, mas às minhas leituras :)
Beijinhos

Mário Rodrigues disse...

Olá querida Nirvana,

Estes últimos tempos foram bastante intensos... Mas mantive-os, a vós, sempre em mente. Sinto um quentinho nas tuas palavras, nesta tarde fria de Janeiro. Obrigado.

Um beijo Nirvana

Milu disse...

Olá Mário!
Há dias que valem a pena. Que tenhas muitos assim!
Um beijinho.

Mário Rodrigues disse...

Olá Milu,

Dão algum trabalho...Mas confundo muito trabalho e prazer...Vou cultivando-os...De quando em vez, colho.

Um beijo Milu

CybeRider disse...

Não é acidente querermos estar na companhia de quem apreciamos, isso é natural. Não te cabe a ti julgares quem és para seres aceite, esse juízo é dos outros.

Acidente poderia ter sido encontrares um amigo que te abrisse a porta e ta fechasse literalmente na cara de seguida, com o pretexto de que aquele momento não era o adequado, por não querer estar sequer consigo próprio. Puxo pela memória... Conseguirias compreender essa situação? Ficarias dividido entre voltar mais tarde, arrombar a porta, ou nunca mais voltar?

A simpatia pode ser a maior falsidade e transmitir a ideia errada, mas será agradável. É a franqueza que custa.

Os tipos do momento que descrevo são hoje amigos de longa data, que era bem mais curta naquele tempo.

Não é acidental construir uma amizade franca com uma "besta quadrada".

Abraço

Mário Rodrigues disse...

Bem sabes que não ficaria dividido. Nem voltava mais tarde, nem desistia. Batia novamente à porta, quantas vezes fosse preciso até que ele entendesse que precisava de falar comigo. Não eu com ele. Todas as "Bestas quadradas" têm mistérios que são belos de se viver.

Um abraço, bom amigo

linhaboémia disse...

creio que deve partir do modo sincero como tratamos as pessoas e de " como vamos para elas". Obviamente que sabe sempre bem.
abraços

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