quarta-feira, 22 de julho de 2009

A menina gorda.

1 comentário:

  1. Tinha de ser João Villaret. Mesmo com o sotaque, apostaria que era, e era. Inigualável...

    Bom momento, de quando se valorizava a declamação, se lia e se escrevia poesia a sério, depois veio a poesia séria e a menos séria; e a antiga poesia, que o era por outros valores, perdeu a seriedade e transformou-se em coisas menos sérias a que ninguém quase já liga. Fique a diferença do "quase"...

    (Meninas gordas, também as há viçosas!)

    Abraço!

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…Escrevo, principalmente, por falta de espaço dentro de mim para tantas emoções e tão grandes (para mim). Anseio pelos comentários, porque fico com a sensação de que os pingos de emoção que transbordo caiem em terras fecundas, e coadjuvam o nascimento de novas emoções, e produzem opiniões e contra pontos e desafios… e isso. Isso é “geleia real”, para as nossas vidas…

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